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Apostila Polícia Civil-SP - Auxiliar de Papiloscopista Policial- Inscrições de 11/3 a 12/4

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Apostila Polícia Civil-SP, cargo Auxiliar de Papiloscopista.

Concurso Polícia Civil oferece 113 vagas para auxiliar de papiloscopista.
A oportunidade é para todo o Estado de São Paulo. Candidatos devem possuir ensino fundamental completo e Carteira Nacional de Habilitação. 

Prazo de inscrições vai de 11 de março a 12 de abril.Saia já na frente! Concurso Público PCSP, 113 vagas Auxiliar de Papiloscopista.

Apostila para Auxiliar de Papiloscopista da Polícia Civil-SP - Inscrições de 11/3 a 12/4/2013.

Matérias atualizadas de acordo com o Edital, Apostila Impressa Auxiliar de Papiloscopista para você estudar com foco para o Concurso Público Polícia Civil São Paulo.


Materias:
- Língua Portuguesa
- Noções de Direito
- Noções de Criminologia
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- Noções de Informática.



Esta é a sua chance de começar a estudar o quanto antes e garantir uma vaga de Auxiliar de Papiloscopista no Concurso Polícia Civil-SP.

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Apostilas para estudar para Concurso Público Polícia Civil-SP  

   
Polícia Civil de SP-PERITO CRIMINALPolícia Civil de São Paulo-ESCRIVÃO DE POLÍCIAPolícia Civil-SP-INVESTIGADOR DE POLÍCIA

Polícia Civil do Estado de São Paulo-AGENTE POLICIALPolícia Civil/SP-PAPILOSCOPISTA POLICIAL
   

Informação Concurso Polícia Civil oferece 113 vagas para auxiliar de papiloscopista

Baixar Edital - Inscrições do Concurso Polícia Civil-SP



Concurso Polícia Civil - Apostila para auxiliar de papiloscopista.

Os candidatos que deseja concorrer a uma das 216 vagas de papiloscopista e auxiliar de papiloscopista policial, anunciadas pelo Governo do Estado de São Paulo, cujo edital tem previsão de ser lançado em breve, devem se preparar muito e pensar bem, antes de tomar a decisão de ingressar na carreira. 
A função é bastante concorrida e conta com peculiaridades que podem pesar na escolha e desenvolvimento do trabalho, tais como o manuseio de cadáveres; análise de fragmentos encontrados em locais de crimes; além de perícia e coletas desses materiais – desenhos papilares de palmas das mãos, pontas dos dedos, plantas dos pés – que auxiliem nas investigações.
Uma função importante que exige responsabilidade, pois é peça fundamental para conclusões de inquéritos, identificação de autores de crimes e expedições de mandados de prisão.




“É fundamental na identificação, seja na área civil ou criminal” destaca o presidente da Associação dos Papiloscopistas Policiais de São Paulo, Alaor Bento da Silva. “O profissional se especializa na coleta, análise e confronto dos materiais obtidos, sempre com o objetivo de auxiliar nas investigações policiais”


O presidente lembra que o papiloscopista pode atuar tanto nos locais dos crimes – efetuados contra pessoas ou patrimônios – como no Instituto Médico Legal (IML) ou Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), onde recebe o material coletado e elabora relatórios e laudos.

O papiloscopista também é o profissional responsável por confrontar impressões de recém-nascidos, com o objetivo de identificar suposta troca ou sequestro na maternidade; operar equipamentos eletrônicos ou informatizados que auxiliem nesses trabalhos, tais como elementos e reagentes químicos, arquivamento e utilização de imagens, entre outros; armazenar informações que compõem os bancos de dados das delegacias e institutos médicos legais do Estado; dentre outras atribuições.


Requisitos:
Ainda segundo Silva, é recomendado que o profissional tenha algumas características próprias que vão auxiliar nos trabalhos. Entre eles, mãos perfeitas, firmes, que saibam manusear os instrumentos de forma precisa; uma boa visão, para captar pequenos detalhes nos fragmentos coletados; muita preparação psicológica, para lidar com situações tensas e insalubres; bastante paciência, pois a pressa pode prejudicar detalhes; muito treinamento; além do conhecido “jogo de cintura”.

É necessária formação de ensino médio para concorrer a este cargo, mas, segundo Silva, existe a possibilidade de que o próximo edital exija a formação de ensino superior, de acordo com o estabelecido pelo artigo 159 da lei federal número 11.690 de 9 de junho de 2008.dança, aliás, que os aprovados serão encaminhados ao curso de formação técnico-profissional com duração prevista de três e meio a quatro meses realizado pela Academia de Polícia Civil do Estado de São Paulo. No fim, serão contratados pelo período de estágio probatório, por três anos. Todas as etapas são eliminatórias.

O que Auxiliar de Papiloscopista Faz?


Juntamente com os papiloscopistas policiais, também atuam os auxiliares de papiloscopistas, que são os responsáveis por cuidar de toda a parte burocrática e administrativa dos processos de identificação civil e criminal. É o auxiliar quem prepara os materiais específicos para a coleta de impressões; toma as digitais das pessoas identificadas para fins civis e criminais, bem como de cadáveres desconhecidos; se necessário, também toma impressões palmares e plantares; relaciona e controla os documentos; entre outras, que auxiliam o andamento do trabalho do papiloscopista.




É importante o candidato saber que as carreiras de papiloscopista e auxiliar de papiloscopista são independentes, embora possuam a mesma metodologia de promoção. Ou seja, não há possibilidade de ingressar como auxiliar e passar à papiloscopista, ou vice-versa. “Os aprovados começam no estágio probatório, com duração de três anos. No fim, adquirem estabilidade, onde passam a atuar como profissionais de 3ª classe, com permanência aproximada de 15 anos. Só então é promovido à segunda classe. Os critérios utilizados, normalmente, são antiguidade ou merecimento”, esclarece Silva.



Os salários inicialmente previstos são de R$ 2.246,00 para os papiloscopistas e de R$ 1.830,00 para os auxiliares, não contabilizando os adicionais previstos por lei.

Para a papiloscopista Tatiana dos Santos Ferreira atua na área há 13 anos e atualmente está no setor monodatilar do Serviço de Perícia Datiloscópica da Polícia Civil de São Paulo. “Não pretendo deixar esta carreira nunca”, reforça a profissional, que considera o seu papel como fundamental. “Vejo que meu serviço é muito importante para a sociedade, pois soluciona parte dos crimes cometidos e traz um pouco de alívio para famílias que, infelizmente, perderam um ente querido”. Um dos trabalhos dos papiloscopistas é o de identificar cadáveres que estejam carbonizados, mumificados, mutilados, ou outras situações em que estejam irreconhecíveis.

Além de atuar, ela também dá aulas e explica que optou pela função por acaso. “Quando prestei (o concurso), não sabia o que era a papiloscopia. Tentei outros concursos, como oficial de justiça, mas não passei. Também cheguei a trabalhar temporariamente como agente do IBGE”. Foi quando Tatiana soube da abertura de oportunidades para papiloscopista e procurou um amigo seu, que especialização  participei de cursos, seminários e congressos”, lembra. Na época, Tatiana fazia cursinho de vestibular e aproveitou para dar ênfase naquelas matérias que coincidiam com o concurso. escrivão de polícia, para saber mais. “Eu adorei. Tanto que busquei uma especialização, participei de cursos, seminários e congressos”, lembra. Na época, Tatiana fazia cursinho de vestibular e aproveitou para dar ênfase naquelas matérias que coincidiam com o concurso não foi fácil. Já naquela ocasião, a função era bastante concorrida. “Eram 84 candidatos por vaga. Só consegui uma boa colocação porque, realmente, estava bem preparada”. Quando a aprovação aconteceu, a sensação foi de merecimento.





Mas a profissional reforça que o candidato deve conhecer bem a profissão, evitando não encontrar o que imaginava. “Muitos prestam o concurso achando que vão atuar como investigadores”, alerta. “Tem que gostar de trabalhar com impressão digital e ter compromisso com o trabalho. Um curso preparatório específico também é o ideal”.


Nos dez primeiros anos de profissão, nossa entrevistada ficou no setor decadatilar, responsável por fazer a verificação dos dados das pessoas. Analisava as impressões digitais dos dez dedos para, no fim, confirmar as identidades. Somente há poucos meses é que atua analisando os fragmentos. “É um trabalho minucioso, que exige bastante atenção e dedicação. Eu gosto muito”.

A perspectiva agora é de mudanças. Os papiloscopistas, atualmente, buscam maior valorização da profissão e mais investimentos, que se encontram escassos.

Síntese da matéria veiculada: www.jcconcursos.com.br

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